LITERATURA

Módulos 23 e 24 - Modernismo Brasileiro

         Por que os modernistas de 22 romperam com todos os padrões de arte?

  1. Se o mundo mudou – mais tecnológico e mais máquinas – a arte também precisa mudar.
  2. Precisamos de uma arte nova, brasileira, e não se faz uma arte nova sem se desfazer da velha.
  3. Uma arte mensurável era própria de um mundo exterior, mensurável; mas uma arte modernista, que explora o mundo interior, imensurável, não pode mais ficar presa a rimas, métricas e acentuações.

         SEMANA DE ARTE MODERNA

         Graça Aranha deu início ao Pré e ao Modernismo brasileiro. Começou o Pré-Modernismo com seu romance Canaã, em 1902, e abriu a Semana de Arte Moderna com sua conferência A Emoção Estética na Arte Moderna, no Teatro Municipal de São Paulo do dia 13 de fevereiro de 1922.

        No centenário da independência política do Brasil,  foi proclamada a independência cultural brasileira.

1822 – Independência Política do Brasil.

1922 – Independência Cultural do Brasil.

Em 1198 a 1500, está a história da literatura portuguesa.

Em 1500 a 1601, está a história da literatura portuguesa no Brasil.

Em 1601 a 1922, está a pré-história da literatura Brasileira.

Em 1922 a 2018, está a história da literatura brasileira.

+ ORIGEM DO MODERNISMO: O estabelecimento da miscigenação como elemento caracterizante da arte brasileira.

+ PRINCÍPIO: Somos um povo em formação.

+ OBJETIVO: produzir uma arte brasileira e contemporânea.

+ FRASE: O explorado explora o explorador.

         O Ciclo Renascentista explorou aspectos do mundo sensível, exterior; o Ciclo Modernista se ocupou com aspectos do mundo inteligível, interior, psicológico.Justamente, por isso, o escritor modernista não escreve o que quer escrever; escreve o que lhe vem à mente.

         “Quando sinto a impulsão lírica escrevo sem pensar tudo o que meu inconsciente me grita. Penso depois: não só para corrigir, como para justificar o que escrevi”. (Mário de Andrade, Prefácio Interessantíssimo).

         “Escrever arte moderna não significa jamais para mim representar a vida atual no que tem de exterior: automóveis, cinema, asfalto. Si estas palavras frequentam-me o livro não é porque pense com elas escrever moderno, mas porque sendo meu livro moderno, elas têm nele sua razão de ser”. (Mário de Andrade, Prefácio Interessantíssimo).

Módulo 22 - Modernismo Português - Fernando Pessoa

FATO: Publicação da Revista Orpheu, em 1915.

OBJETIVO: Produzir uma arte moderna sem se desfazer do passado.

LINGUAGEM: Rompe com quase todos os padrões clássicos de literatura.

PROBLEMA: Os clássicos são garantia de qualidade.


1915 - Revista Orpheu - Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro e Almada Negreiros.

1927 - Revista Presença - Vanguardas europeias - José Régio, João Gaspar Simões e Branquinho da Fonseca.

1940 - Neorrealismo - Alves Redol, Ferreira de Castro e Jorge de Sena.

ORTÔNIMO:

Fernando Pessoa

HETERÔNIMOS:

Alberto Caeiro - o oriental.

Ricardo Reis - o classicista.

Álvaro de Campos - o modernista.

Módulo 21 - Modernismo: introdução e características

ORIGEM: O estabelecimento da miscigenação como elemento caracterizante da arte brasileira.

FATO: Semana de Arte Moderna, em fevereiro de 1922, no Teatro Municipal de São paulo.

OBJETIVO: Produzir uma arte brasileira e contemporânea.

PRINCÍPIO: Somos um povo em formação.

PASSAGEM: A passagem do Pré-Modernismo para o Modernismo é marcada fundamentalmente pelo anúncio de um independência cultural no centenário da independência política do Brasil.

LINGUAGEM: Rompe com todos os modelos de arte do colonizador e os padrões clássicos de literatura.

FRASE: O explorado explora o explorador.

PROBLEMA: Os clássicos são garantia de qualidade.

Módulos 19 e 20 - Pré-Modernismo

– Pré-Modernismo não é escola, é período. Não é escola porque não tem características próprias. O Pré-Modernismo condensa características do Barroco (primeira escola da literatura brasileira) ao Simbolismo.

– O Pré-Modernismo é o primeiro período de análise social da cultura brasileira.

– O Pré-Modernismo é uma preparação para o estabelecimento de uma arte brasileira, não colonial, distante dos padrões europeus.

– FATO – Publicação de “Os Sertões”, de Euclides da Cunha e “Canaã”, de Graça Aranha.

– OBJETIVO – Reconhecer a diversidade genética e cultural da sociedade brasileira.

– ORIGEM – A carência de uma identidade nacional.

– PASSAGEM – A passagem do Simbolismo para o Pré-Modernismo é marcada fundamentalmente pela constatação da diversidade genética e cultural da sociedade brasileira.

– PRINCÍPIO – Temos um país a ser governado.

– FRASE – O Brasil não conhece o Brasil.

– LIMA BARRETO inicia o nacionalismo crítico brasileiro com o seu personagem Policarpo Quaresma.

– A estrutura da obra “Os Sertões”, de EUCLIDES DA CUNHA, é marcadamente naturalista e determinista.

– A denúncia do abandono e da miséria de grande parte da população brasileira, notável em “Os Sertões”, de EUCLIDES DA CUNHA, é retomada na segunda geração modernista, em 1930.

– MONTEIRO LOBATO confessa seu preconceito contra o caboclo brasileiro através de seu personagem Jeca Tatu, em Urupês, 1918.

– MONTEIRO LOBATO chama de caboclismo a idealização do homem interiorano, numa referência ao indianismo de José de Alencar.

– AUGUSTO DOS ANJOS é pré-modernista; seu vocabulário é naturalista, científico, modernista; sua forma é parnasiana; suas imagens são expressionistas, surrealistas; sua condição é pessimista, decadentista; sua temática é filosófica, metafísica; e seu interesse é simbolista.

– O inconformismo de AUGUSTO DOS ANJOS com a morte vem das esperanças (perspectivas) encontradas pelos simbolistas.

– "Canaã", de GRAÇA ARANHA, é o primeiro romance de ideias do Brasil.

– GRAÇA ARANHA abriu a Semana de Arte Moderna, em 1922, aos 54 anos, com a conferência "A Emoção Estética da Arte Moderna" e se tornou "o padrinho dos novos escritores".

Trecho de CANAÃ, de GRAÇA ARANHA.

            Passado algum tempo, Lentz exprimiu alto o que ia pensando:

            – Não é possível haver civilização neste país... A terra só por si, com esta violência, esta exuberância, é um embaraço imenso...

            – Ora – interrompeu Milkau – tu sabes bem como se tem ven­cido aqui a natureza, como o homem vai triunfando...

            – Mas o que se tem feito é quase nada, e ainda assim é o esforço do europeu. O homem brasileiro não é um fator do progresso: é um híbrido. E a civilização não se fará jamais nas raças inferiores.

            MILKAU – Um dos erros dos intérpretes da História está no preconceito aristocrático com que concebem a ideia de raça. Ninguém, porém, até hoje soube definir a raça e ainda menos como se distinguem umas das outras; fazem-se sobre isso jogos de palavras, mas que são como esses desenhos de nuvens que ali vemos no alto, aparições fantásticas do nada... E, depois, qual é a raça privilegiada para que só ela seja o teatro e o agente da civili­zação? O que eu vejo neste vasto panorama da História, para que me volto ansio­so e interrogante, é a civilização deslocando-se sem interrupção, indo de grupo a grupo através de todas as raças, numa fatal apresentação gradual de grandes trechos da terra, à sua luz e calor... Uns se vão iluminando, enquanto outros descem às trevas.

Módulos 17 e 18 - Simbolismo

Período Realista

Escola Realista

Naturalismo

Parnasianismo

Simbolismo

- Materialismo

- Psicologismo

- Determinismo

- Formalismo

-Espiritualismo

       O Simbolismo rompe com o materialismo do período realista e opta pelo espi-ritualismo; aprofunda o psicologismo da escola realista; abandona o determinismo naturalista (muda-se a parte para mudar o todo; não o contrário); mas preserva o formalismo parnasiano em função da musicalidade.

Módulo 16 - Parnasianismo.

Principais características:

Formalismo

Classicismo

Descritivismo

Superficialismo

Perfeccionismo

FATO: Publicação do livro de poemas “Fanfarras”, de Teófilo Dias.

ORIGEM: O descuido dos românticos com a língua e a literatura.

PRINCÍPIO: a arte pela arte.

OBJETIVO: Recuperar a qualidade da língua portuguesa e da literatura brasileira.

PASSAGEM: A passagem do Romantismo para o Parnasianismo é marcada fundamentalmente pelo desejo de retomar o aperfeiçoamento do elemento estético da literatura.

FRASE: Poemas não são feitos para o povo.

ESTÉTICA: É belo o que se aproxima do ideal.

PROBLEMA: A transitoriedade do fator estético.

Recorrem aos clássicos como garantia de qualidade.

1527

1601

1768

1836

1882

Renascimento

Barroco

Arcadismo

Romantismo

Parnasianismo

Classicismo


Neoclassicismo


Novo classicismo


Maneirismo


Coloquialismo


Módulo 15 - Naturalismo.

Principais características:

Determinismo

Cientificismo

Zoomorfismo

Patologismo

Factualismo

FATO - Publicação do livro O MULATO, de Aluísio Azevedo, em 1881.

ORIGEM - A consagração da teoria determinista de Hippolyte Taine.

PRINCÍPIO - O homem é fruto do meio.

OBJETIVO - Provar que o homem é o resultado de uma combinação genética num determinado tempo e lugar.

PASSAGEM - A passagem do Romantismo para o Naturalismo é marcada fundamentalmente pela urgência de um objetivismo capaz de explicar o comportamento humano.

FRASE – O homem é o lobo do homem.

PROBLEMA – O determinismo não é absoluto; é circunstancial.

REALISMO

Focaliza o personagem

Dissertativo

Personagens burgueses

Enfatiza a astúcia do personagem

Tese documental

A sociedade é um reflexo do sujeito

NATURALISMO

Focaliza o ambiente

Descritivo

Personagens populares

Enfatiza as imperfeições do personagem

Tese experimental

O sujeito é um reflexo da sociedade

O ATENEU - Raul Pompeia.

É naturalista, sua concepção é impressionista e sua linguagem é expressionista.

Módulo 14 - Realismo brasileiro

1881 - Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis.

MACHADO DE ASSIS - (1839-1908)

Metalinguagem - Digressão - Ironia - Humor

Pessimismo - Adultério

Capítulos curtos e análise psicológica dos personagens

Principais características do período Realista.

Materialismo

Positivismo

Pessimismo

Iconoclastia

Ateísmo

Racionalismo

Objetivismo

Presentismo

Ironia

Comportamentalismo

Principais características da escola Realista.

Psicologismo

Personalismo

Metalinguagem

Digressão

Humor

Módulo 13 - Realismo português

1865 - Questão Coimbrã

            O realismo é uma expansão da realidade observada: os realistas incluíram os personagens populares, um vocabulário inédito e a investigação psicológica.

Antero de Quental

(poesia LUMINOSA ou NOTURNA)

Eça de Queirós

O CRIME DO PADRE AMARO (contra a Igreja)

OS MAIAS (contra a Monarquia)

O PRIMO BASÍLIO (contra a Burguesia)

A RELÍQUIA (contra a Hipocrisia)

A CIDADE E AS SERRAS (antítese neoclássica)

Módulo 10 - Romantismo português (1825-1865)

Ciclo Renascentista

475 - ALTA IDADE MÉDIA

1198 - TROVADORISMO

1434 - HUMANISMO

1527 - CLASSICISMO

1601 - BARROCO

1768 - ARCADISMO

1836 - ROMANTISMO

Negação dos sentimentos.

Recuperação da autoestima.

Atualização da consciência histórica.

Universalização das artes e das ciências.

Enfrentamento dos limites metafísicos.

Retorno às leis da Natureza.

A opção pelos sentimentos.

Módulo 9 - Romantismo brasileiro (1836-1881)

Características fundamentais do Romantismo:

1. Nacionalismo.

2. Passadismo.

3. Indianismo.

4. Idealismo.

5. Sentimentalismo.

6. Subjetivismo.

7. Maniqueísmo.

8. Revolucionismo.

9. Coloquialismo.

Módulo 8 - Arcadismo

Arcadismo

Neoclassicismo

Idade das Luzes

Iluminismo

Idade da Razão

Racionalismo

Setecentismo

          A passagem do Barroco para o Arcadismo é marcada fundamentalmente pela derrota da Igreja Católica diante da força ideológica e fisiológica do antropocentrismo.

ORIGEM – A ansiedade por aproveitar a vida na Terra.

FATO – Publicação do livro OBRAS POÉTICAS, de Cláudio Manuel da Costa, em 1768.

PRINCIPIO – A verdade está na Natureza.

OBJETIVO – Reproduzir a sabedoria e a simplicidade da natureza em sua vida e em sua literatura.

FRASE – A natureza é perfeita.

ORGULHO DO HOMEM ÁRCADE – Autossuficiência.

FATORES EXTERNOS: Iluminismo e Revolução Industrial.

FATOR INTERNO: O escritor árcade troca a moral católica pelos critérios da Natureza.

FATOR LITERÁRIO: Neoclassicismo.

AUTORES: Tomás Antônio Gonzaga e Cláudio Manuel da Costa.

Características fundamentais do neoclassicismo:

Linguagem simples, pastoralismo e bucolismo.

Ideais árcades:

FUGERE URBEM - fugir da cidade, da zona urbana.

LOCUS AMOENUS - lugar ameno, sereno, tranquilo.

AUREA MEDIOCRITAS - homem simples, honrado.

CARPE DIEM - colher o dia, aproveitar o tempo.

INUTILIA TRUNCAT - cortar o que é inútil, os enfeites.

Tema frequente no Arcadismo:

TEMPUS FUGIT - o tempo foge.

CARTAS CHILENAS – Tomás Antônio Gonzaga.

Critilo (emissor) = Tomás Antônio Gonzaga.

Doroteu (receptor) = Cláudio Manuel da Costa.

Fanfarrão Minésio (governador do Chile) =

Luís da Cunha Meneses (governador da Capitania de Minas Gerais)

Santiago do Chile = Vila Rica (Ouro Preto-MG)

Espanha = Portugal.

Salamanca = Coimbra.

A poesia épica do Arcadismo faz uma transição entre o Cultismo Barroco e o Romantismo.

Elementos pré-românticos: a natureza e o índio brasileiro.

 A individualização da moral proporcionou a separação Igreja-Estado,

uma proposta do Iluminismo.

Módulo 7 - Barroco

FATO – 1601 – Publicação de Prosopopeia, de Bento Teixeira.

OBJETIVO – Gozar os prazeres terrenos e conquistar o Céu.

PRINCÍPIO – Não é possível cumprir os mandamentos de Deus.

ORIGEM DO CULTISMO – O medo da morte e do Inferno promovido pela Igreja Católica.

ORIGEM DO CONCEPTISMO – A expansão do cristianismo (catequização, evangelização).

ANTÍTESE é a figura de linguagem mais frequente na literatura barroca.

A PASSAGEM do Renascimento para o Barroco é marcada fundamentalmente pela tentativa da Igreja Católica de interromper o antropocentrismo renascentista.

PINTURA – Quadros com pontos extremamente escuros em oposição a pontos extremamente claros. Pinturas antitéticas combinam visões celestiais com cenas demoníacas. Os personagens religiosos parecem mais austeros, severos, intransigentes.

Características do Barroco

a) metafísica

b) dualismo

c) fusionismo

d) uso constante de interrogações

e) pessimismo e o sentido trágico da existência

f) feísmo

g) religiosidade

h) atitude lúdica

i) nativismo

j) cultismo

k) conceptismo

CULTISMO

Temática pagã

Tendência renascentista

Prioriza a forma (como escrever)

Jogo de palavras

Artístico

Em busca do belo

Poético

Antropocêntrico

Gregório de Matos Guerra

CONCEPTISMO

Temática religiosa

Tendência medieval

Prioriza o conteúdo (o que escrever)

Jogo de ideias

Filosófico

Em busca da lógica

Dissertativo

Teocêntrico

Padre Antônio Vieira

Módulo 5 - Camões lírico

Características da poesia lírica renascentista:

  1. Forma fixa;
  2. Versos decassílabos;
  3. Seleção vocabular;
  4. Hipérbatos frequentes;
  5. Contenção emocional;
  6. Desenvolvimento lógico.

     No Classicismo, vê-se um decrescente pessimismo diante da condição humana, marcado pelo teocentrismo medieval, mas também um crescente otimismo pelo que o homem é capaz de fazer.

     A beleza feminina, iluminada por uma luz sobrenatural que lhe transfigura as feições carnais, converte-se numa imitação da beleza plena, pura, que a eleva ao plano das ideias e à divindade.

     A mulher é vista como uma criatura divina, um ser angelical que sublima e apura a alma do amante.

Século V - Negação dos sentimentos.

Século XII - Renascimento dos sentimentos nas cantigas líricas.

Século XIII - Renascimento do racionalismo nas cantigas satíricas.

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E enfim converte em choro o doce canto.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.

Ao desconcerto do mundo

Os bons vi sempre passar
No mundo graves tormentos;
E para mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado:
Assim que só para mim
Anda o mundo concertado.

Gabaritos de LITERATURA

Módulo 1 - Exercícios de aplicação - gabarito - 1C - 2C - 3C.

Módulo 2 - Exercícios de aplicação - gabarito - 1 - O autor utilizou a palavra "amigada" no sentido de "amasiada", "amaridada", que vivia junto sem casar. O "amigo" das cantigas medievais era o nome dado ao namorado ou amante. 2 - Amigo. Trovadorismo. 3 - A primeira época lírica portuguesa é o Trovadorismo. Nessa época se cultivavam as cantigas líricas e satíricas.

Módulo 3 - Exercícios de aplicação - gabarito - 1 - Inês reclama dos serviços domésticos que a prendem na casa da mãe, desejando viver e folgar como outras moças. 2 - Inês optaria por casar-se. Por meio do casamento, ela pensa encontrar a liberdade. 3 - Inês seria aprisionada pelo primeiro marido, Brás da Mata, quando ele partisse para a guerra. Assim, ficaria sem a liberdade que pensava obter com o casamento. Depois de viúva, casaria novamente, valendo-se da experiência para garantir a vida livre que sempre desejou.

Módulo 4 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1-A; 2-B; 3-D.

Módulo 5 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1-D; 2-E (os trechos II e III são de poetas romântico e modernista, respectivamente); 3. a) A antítese centra-se na relação entre os "bons" e os "maus". Os desdobramentos da antítese são a punição e a recompensa: aqueles que merecem recompensa são punidos; aqueles que merecem punição são premiados. É por isso que, segundo o eu lírico, o mundo está "desconcertado", sem harmonia. 3. b) O esquema de rimas é ABAAB; CDDCD. Em relação ao valor, há rimas pobres (mesma classe gramatical) e ricas (classes gramaticais diferentes).

Módulo 6 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1-B; 2-E; 3 - O texto original revela um olhar encantado com as terras descobertas, repleto de sentimento nativista, enquanto o segundo, um olhar irônico.

Módulo 7 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1-D; 2-E; 3-A.

Módulo 8 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1-D (Marília de Dirceu não é uma obra de crítica social, é lírico-amorosa); 2-D (Essa alternativa tipifica um traço muito mais romântico do que árcade); 3-C (Os dois poetas citados foram, inclusive, membros da Inconfidência Mineira|).

Módulo 9 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1 - V F F F V; 2-C (Na poesia épica do Arcadismo já encontramos o índio e a natureza do Brasil); 3-E (Casimiro de Abreu é romântico e explora o subjetivismo; Manuel Bandeira é modernista e prefere a linguagem popular).

Módulo 10 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1-A (Final trágico que envolve Simão, Teresa e Mariana); 2.a - Garrett se refere ao ROMANCE (narrativa longa em prosa) e ao drama (texto para teatro em prosa); 2.b.1 - Repetição de fórmulas narrativas; 2.b.2 - Imitação indiscriminada dos modelos franceses; 2.b.3 - Escassez de imaginação, falta de originalidade no Romantismo português; 3 - Na época de Garrett, a maneira formal de se dirigir às pessoas (no caso, os leitores), era a 2ª pessoa do plural (vós). Entretanto, o autor adota a 2ª pessoa do singular (tu), menos formal na época e ainda hoje. Além disso, o autor mistura a 2ª pessoa (tu) com a 3ª do singular (lhe, não seja). Isso constitui um desrespeito gramatical e indica a intenção de adotar um estilo oral na linguagem escrita, traço de descontração e modernidade literária.

Módulo 11 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1-B; 2.a - Dissílabo (duas sílabas poéticas); 2.b - Há maior variação de métricas no Romantismo, ao contrário da rigidez das regras neoclássicas; 3-C (o autor compara a vida a um longo pesadelo, cuja única solução é despertar, ou seja, morrer).

Módulo 12 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1-C (Inocência, do Visconde de Taunay); 2-C (personagens e linguagem populares atribuem a esse romance romântico características pré-realistas); 3-C (Leonardo, o protagonista das Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio de Almeida, é um anti-herói, um personagem picaresco, não idealizado).

Módulo 13 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1 - Realismo e Naturalismo; 2-E; 3-D.

Módulo 14 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1-A (o trecho "descansar da cavatina de ontem para a valsa de hoje" justifica a resposta); 2-D (Memórias Póstumas começa pelo fim, pela morte de Brás Cubas); 3-D (Bentinho, além de narrador tendencioso, revela-se inseguro diante da presença marcante de Capitu).

Módulo 15 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1-C; 2-D; 3-A.

Módulo 16 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1-A; 2-D; 3-B.

Módulo 17 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1.a. O pessimismo, o decadentismo. 1.b. É um discurso sinuoso, de difícil compreensão, que pouco diz ao interlocutor. 1.c. "O artista dos últimos anos do século XIX negava os valores da sociedade burguesa de forma problemática, autodilacerante. Ele parecia estar desgostoso consigo mesmo". 1.d. "distanciou o escritor do leitor médio". 2 - E.

Módulo 18 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1-B; 2-A; 3-C.

Módulo 19 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1-A; 2-C; 3.a - Determinismo; 3.b - Explicava as ações humanas a partir de três fundamentos: o meio, a raça e o momento. A adesão de Euclides da Cunha às teses deterministas aparece em vários pontos do livro. No trecho citado, o ambiente (no caso, o clima quente) age de forma decisiva na determinação da conformação moral dos habitantes (marcada pela apatia e pela incapacidade natural ao trabalho intelectual); 3.c - O Naturalismo, cujas ideias tomavam por base concepções científicas, entre as quais as do Determinismo.

Módulo 20 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1 - F - F - F -V -V -V; 2-E; 3 - O discurso da Carta de Caminha apresenta a visão de uma terra paradisíaca, a visão idealista do descobridor europeu, enquanto a narrativa de Lima Barreto revela o personagem Policarpo Quaresma, inicialmente, com essa mesma visão da Carta - ufanista - e, mais tarde, constatando que a realidade é outra. Daí vem a visão crítica do autor a respeito do discurso idealista sobre o Brasil. O sítio Sossego não será esse paraíso retratado por Caminha, pois nele Policarpo vai enfrentar obstáculos como as pragas naturais, as dificuldades para comercializar os produtos, a relação com o trabalhador. O discurso histórico é diferente da realidade. Lima Barreto ironiza a visão da Carta.

Módulo 21 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1-C; 2-A; 3-E.

Módulo 22 - Exercícios de aplicação - gabarito: 1 - Para o poeta, o piano é um artifício imitador da natureza; um empreendimento inútil em busca da perfeição; 2 - C; 3 - A (Ricardo Reis é o heterônimo classicista de Fernando Pessoa).