Prosa Romântica

ROMANTISMO – OITOCENTISMO – Origem da PROSA e da POESIA:

A falência do empreendimento de um mundo engendrado pela razão.

POESIA – Origem da PRIMEIRA GERAÇÃO ROMÂNTICA:

A superação da estética greco-latina.

POESIA – Origem da SEGUNDA GERAÇÃO ROMÂNTICA:

A decepção com as perspectivas sociais arremessa o homem às paixões egocêntricas.

POESIA – Origem da TERCEIRA GERAÇÃO ROMÂNTICA:

O apoio político internacional traz o homem romântico de volta às questões sociais.

ROMANTISMO – OITOCENTISMO – Origem da PROSA:

As limitações do racionalismo renascentista.

PRINCÍPIO: O homem é o sujeito da história.

OBJETIVO: Preservar os grandes ideais da humanidade.

FRASE: Vamos enforcar o último rei com as tripas do Papa.

A passagem do Arcadismo para o Romantismo é marcada fundamentalmente pela ansiedade de realização das convicções antropocêntricas.

A natureza ÁRCADE é fonte de sabedoria; a natureza ROMÂNTICA reflete os sentimentos humanos.

O criacionismo é fator significativo na falência iluminista (séc. XVIII); o romantismo é fator preponderante para o evolucionismo (séc. XIX).

1808 – D. João VI traz a tipografia para o Brasil.

1812 – Primeiro livro impresso no Brasil: Marília de Dirceu, de Tomás A. Gonzaga.

1843 – Primeiro folhetim brasileiro: A Filha do Pescador, de Teixeira e Sousa.

1844 – Primeiro romance brasileiro: A Moreninha, de Joaquim Manuel de Macedo.

O abandono dos rigores clássicos da literatura levou o escritor romântico a escrever para o gosto do público, burguês.

Ao contrário dos escritores renascentistas, os românticos são os primeiros autores a atender às expectativas de um grande público.

O romântico Alencar, que despreza o presente pelo futuro, omite a violência de que o índio foi vítima, indiscriminadamente; assim, os brancos “exemplares” irmanam-se aos índios na construção da nacionalidade que o romancista idealizava morena, mestiça.

Alencar idealizou o índio, mas não protagonizou o negro. O caráter burguês, para quem os escritores românticos escreviam, não gostava da participação do negro na formação do povo brasileiro: restringia-se ao europeu com o americano.

José de Alencar deu início ao projeto de uma língua brasileira enxertando termos indígenas e regionalismos na língua portuguesa.

Depois de O GUARANI (1857) e IRACEMA (1865), José de Alencar profetizou que o Brasil seria o celeiro genético de uma raça universal.